Sumário
Folheto da ópera Memórias de peralvilho e desgraças graciosas (1768)
Ano
1768
Localização
Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra (Miscs. 532 e 552); Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian (TC 725); Teatro Nacional D. Maria II (TC 1619)
Impresso
Lisboa, na oficina de Francisco Borges de Sousa, 1768
Ópera que se intitula Memórias de peralvilho e desgraças graciosas

  

Interlocutores: 

Crispim Moncada, peralvilho.

Lucidoro, amante de Laurência.

Acúrcio, barba, pai da dita.

Dona Urraca, filha de Acúrcio

Dona Laurência, dita.

Balbúrdia, graciosa.

Zuscatruz, criado de Moncada.

 

Lisboa.

Na oficina de Francisco Borges de Sousa

Ano de 1768

Com todas as licenças necessárias

 


 

Licenças:

Do Santo Ofício

Podem-se imprimir as três óperas que se apresentam, intituladas: Nem sempre as diferenças vencem; Memórias de Peralvilho; Aquiles disfarçado, as quais pretende dar ao prelo José Maregelo de Osan. E depois voltarão conferidas por se dar licença que corram, e sem ela não correrão. Lisboa, 11 de setembro de 1764.

Trigoso

Carvalho

Lima

 

Do Ordinário

Aprovação do R. Desembargador Matias José Pereira de Castro Padrão, etc.

Excelentíssimo e reverendíssimo senhor:

As óperas que se declaram na petição retro não contêm cousa alguma contra a fé ou bons costumes e parecem dignas de estampa. Vossa Execelência determinará o que for servida. Santo Quintino, 2 de Outubro de 1764.

Matias José Pereira de Castro Padrão

 

Vista a informação, podem-se imprimir as óperas de que trata a petição e depois tornarão para se dar licença para correr. Lisboa, 3 de Outubro de 1764.

Coelho

 

Do Paço

Aprovação de Diogo Barbosa Machado, académico da Academia Real, etc.

Senhor:

Estas obras poéticas, compostas para se representarem no teatro, não contêm coisa alguma que lhe impida  a sua publicação. Vossa majestade ordenará o que for servido. Lisboa, 3 de Outubro de 1764.

Diogo Barbosa Machado

 

Que se possa imprimir, vistas as licenças do Santo Ofício e Ordinário, e depois de impresso tornará à Mesa para se taxar e dar licença que corra, sem a qual não correrá. Lisboa, 12 de Outubro de 1764.

D. Velho

Afonseca

Pacheco

Castro

 

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