- Sumário
- Folheto da farsa A saloia namorada, ou o remédio é casar (1793)
- Ano
- 1793
- Localização
- Sala Jorge de Faria (JF 19-1-59)
- Comentário
- O impresso tem gralha tipográfica na data (1713). O manuscrito apresentado à comissão de censura obteve licença de impressão e representação em 27 de Novembro de 1793
- Impresso
- Lisboa, oficina de Simão Tadeu Ferreira, 1793
A saloia namorada, ou o remédio é casar .
Pequena farsa dramática que em sinal da sua gratidão ao obséquio dos generosos senhores portugueses oferece e dedica no dia de seu benefício Domingos Caporalini e Miguel Cavana, representada por eles e outros sócios da Companhia Italiana no Teatro de S. Carlos, ano de 1793
Lisboa, 1793
Na oficina de Simão Tadeu Ferreira
Com a licença da Real Mesa da Comissão Geral sobre o Exame e Censura dos Livros
Interlocutores
Albina, saloia namorada de Alonso, o senhor Domingos Caporalini
Alonso, castelhano, músico, zabumba de certo regimento, o senhor Francisco Marchesi
Rosália, castelhana, linheira, irmã de Alonso, namorada de Valério, o senhor Miguel Cavana
Valério, taberneiro, prometido esposo de Rosália, o senhor Paulo Boscoli
Músicos do regimneto com Alonso, e dois serventes de taberna
A cena se representa em uma rua e taberna de um dos bairros de Lisboa
A composição do drama é de Lereno Salenuntino, sócio da Arcádia de Roma
A música é do senhor António Leal Moreira, mestre do Real Seminário de Lisboa